O
mercado publicitário já percebeu que não são necessários milhões para
conquistar o público-alvo. A publicidade descobriu, no desenrolar da década de
noventa, que para acertar o alvo, ou seja, a mente do consumidor, é preciso
ajustar a mira, apontar para o nicho correto e envolvê-lo com o apelo certo.
Os
institutos e profissionais envolvidos com a área de pesquisa de marketing
descobrem diferentes técnicas de abordagem e interpretação dos desejos do
consumidor. Tornou-se praticamente impossível realizar uma boa campanha
publicitária, que atinja os objetivos das marcas e produtos, sem um estudo prévio
e amplo dos anseios e hábitos do consumidor.
Isto significa que está ficando complicado
para o anunciante administrar suas marcas e produtos no mercado. O marketing e
a publicidade estão sofrendo para adequar novas imagens aos consumidores, pois
eles estão se modificando rapidamente, exigindo novos atributos dos produtos e
novas imagens para representá-los.
Todos os componentes do mix de comunicação são colocados à prova, principalmente quando a
missão a cumprir é manter uma linha de comunicação e imagem que causem grande
impacto no público. George Lois, diretor de arte americano, explica que: “boa publicidade é como gás venenoso, é
entrar em uma sala, aspirá-lo e observar as pessoas caindo”.
